Tou a postar tudo de uma vez porque não tenho sono e vou ficar ocupada por um tempo, então bora aproveitar a noite que só faltam mais duas criações velhas e aí já acaba
Poesias escritas em plena aula que não deveriam ser compartilhadas apresenta...
O Incrível Ser Humano
É incrível o poder do ser humano
Ter consciência e ser insano
Olhar ao redor relutante
Com olhos cegos de ignorante
Sem perceber que o perigo se aproxima
Parar dar ao homem o fim da sina
Heloisa
Pensa num poeminha curto. Ao escrevê-lo aqui percebi que não gosto de posts tão curtos, então vou compartilhar com vocês algo horrível que aconteceu comigo esses tempos.
Pra quem me conhece, sabe que eu tenho um histórico em tropeçar, cair, derrubar, e todos os verbos que possam ser empregados a alguém tão desastrada quanto eu.
Nesta minha proeza, eu consegui um combo.
Eu tropecei, caí e derrubei.
Eis a reconstituição da cena:
Estava eu saindo de casa, atrasada para a aula de vôlei, quando, ao virar a esquina eu tropeço em
Estavam começando a reformar a casa da esquina, e eu nem um pouco desastrada, simplesmente tropecei no pedreiro, que estava agachado medindo (acho eu) alguma coisa no chão.
O que você faria se tropeçasse num pedreiro?
Eu, do jeito que sou sairia correndo feito uma louca.
E foi exatamente isso que eu fiz. Eu levantei e corri um quarteirão inteiro em segundos só pra escapar da visão do pedreiro, ao virar a próxima esquina eu me toquei, que as obras só estavam começando, e eu seria obrigada a ver o pedreiro sempre que fosse para casa.
Sem pensar, soltei um palavrão em voz alta, e assustei um cachorro, que dormia em frente a Pet Shop que ficava na esquina em que me encontrava.
O interessante agora, é que sempre que vou para casa, perto daquela esquina, eu sinto uma vontade estranha de pegar o telefone e falar sozinha como se tivesse alguém do outro lado da linha e evito contato visual a qualquer um
Estranho né?
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