quinta-feira, 9 de maio de 2013

O incrível ser humano - A poesia que me rendeu falta de atenção numa aula de química importante / Desastre Bônus

Buenas noches!
Tou a postar tudo de uma vez porque não tenho sono e vou ficar ocupada por um tempo, então bora aproveitar a noite que só faltam mais duas criações velhas e aí já acaba
Poesias escritas em plena aula que não deveriam ser compartilhadas apresenta...
                                       
                O Incrível Ser Humano

É incrível o poder do ser humano
Ter consciência e ser insano
Olhar ao redor relutante
Com olhos cegos de ignorante
Sem perceber que o perigo se aproxima
Parar dar ao homem o fim da sina


                                                                           Heloisa péssima em química Campanhã


Pensa num poeminha curto. Ao escrevê-lo aqui percebi que não gosto de posts tão curtos, então vou compartilhar com vocês algo horrível que aconteceu comigo esses tempos.
Pra  quem me conhece, sabe que eu tenho um histórico em tropeçar, cair, derrubar, e todos os verbos que possam ser empregados a alguém tão desastrada quanto eu.
Nesta minha proeza, eu consegui um combo.
Eu tropecei, caí e derrubei.
Eis a reconstituição da cena:

Estava eu saindo de casa, atrasada para a aula de vôlei, quando, ao virar a esquina eu tropeço em algo alguém.
Estavam começando a reformar a casa da esquina, e eu nem um pouco desastrada, simplesmente tropecei no pedreiro, que estava agachado medindo (acho eu) alguma coisa no chão. 
O que você faria se tropeçasse num pedreiro? 
Eu, do jeito que sou sairia correndo feito uma louca.
E foi exatamente isso que eu fiz. Eu levantei e corri um quarteirão inteiro em segundos só pra escapar da visão do pedreiro, ao virar a próxima esquina eu me toquei, que as obras  só estavam começando, e eu seria obrigada a ver o pedreiro sempre que fosse para casa.
Sem pensar, soltei um palavrão em voz alta, e assustei um cachorro, que dormia em frente a Pet Shop que ficava na esquina em que me encontrava.
O interessante agora, é que sempre que vou para casa, perto daquela esquina, eu sinto uma vontade estranha de pegar o telefone e falar sozinha como se tivesse alguém do outro lado da linha e evito contato visual a qualquer um pedreiro que me olhe.
Estranho né? 

Achava justo deixar o título em branco mas aparentemente não posso fazer isso.

Da série : Poesias escritas no nono ano em plena aula...
Uma poesia sem título!
óóóó, pra manter a integridade do negócio, não vou criar um título, as poesias que postei e vou postar são exatamente as que escrevi antes mas com alguns erros ortográficos corrigidos.
Ah, onde estão meus modos, boa noite.
Agora vamos a poesia de número 2! (vou por em itálico, pra diferenciar a poesia desta introduçãozinha) (e também porque poesia em itálico fica mais bonita)

Dizes mentiras
Como que fala verdades
Age como santa
Mas conheço tuas maldades

Fazes pose de boa esposa
Filha, mãe, toda perfeita
Torcendo para que não descubram
Que não é assim tão moça direita

Vista tua máscara
Ela pouco me importa
Finges que não me ama
Mas de amor acaba morta

                                                                                                    Heloisa Poetiza Campanhã

Poesias que não deveriam ser compartilhadas

Olás.

Então, lá pelo nono ano eu coloquei na cabeça que queria escrever poesia. Acreditei tanto nisso que em meu querido caderno companheiro, separei uma das dez matérias para minhas, tão desejadas poesias.
Acabou que usei três páginas para elas e o resto pra jogar stop. Não posso nem dizer que estou surpresa.
Mas como aqui eu já postei a tal poesia que eu fiz dormindo em inglês, vou postar as que fiz enquanto estava na escola também.
Esta, especificamente, eu fiz na aula do márcio (vulgo professor de matemática)
E aparentemente eu estava revoltada, se bem que eu era meio estranha quando era mais nova, criava sentimentos aleatórios, era capaz de nem estar revoltada de verdade.
Estou falando com um computador, retiro o que disse; eu sou estranha até hoje.
Mas cá vai ela:
                                                       Decepção

Tudo que ouço é não
Parece que jovem não tem razão
Mas na verdade eles que são
Para nós, uma grande decepção

Me disseram que seria legal
Viver num mundo ideal
Onde sou diferente, mas igual
Utopia, não mundo real

Prepararam-nos para vencer a idade
Sobreviver a cidade
Nunca perder a criatividade
Mas silenciaram a liberdade

Mas esse mundo é triste e injusto
Onde a cada passo você leva um susto
Todos querem um salário robusto
Vencer a qualquer custo

Esse mundo se move a dinheiro
Onde esse sempre vem primeiro
Vinte quatro horas, o ano inteiro
Para nós, uma grande decepção

                                                                             Heloisa Campanhã